Centro Espírita Ibirajara

Rua Barão de São Francisco, 156 - Andaraí
Rio de Janeiro - RJ
CEP 20560-030 - Tel: (21) 2238-3880
filiado ao 12° CEU - CEERJ

HISTORICO

Origem

Num grupo familiar, em Vila Isabel, IBIRAJARA, o Mentor Espiritual do CEI, deu suas primeiras comunicações mediúnicas pela médium Vicentina Bruno, em 1928. A Entidade, altamente evoluída, mostrou profundidade em seus conceitos e sublimidade em suas concepções.

Em 1932, na residência da família Bruno, à rua Bela Vista,143 - Engenho Novo, estenderam-se as atividades do grupo, ainda sob o mesmo cunho familiar. IBIRAJARA iniciou a tarefa de promover o preparo de vários médiuns, ao mesmo tempo que, no plano espiritual, entidades esclarecidas pelo inesquecível Mentor, organizavam-se em falanges diversas que passariam a operar sob sua orientação sábia e justa.

Fundação

Obedecendo à direção lúcida desse Benfeitor amado, o grupo espírita, a 6 de agosto de 1940, define-se como sociedade religiosa, oficialmente reconhecida, passando a denominar-se "CENTRO ESPÍRITA IBIRAJARA". A 8 de dezembro de 1940 realizou-se a primeira reunião pública, no prédio da rua Teodoro da Silva, 453, em Vila Isabel.

Enfoques sobre IBIRAJARA

Segundo revelação feita por Francisco Cândido Xavier, numa visita de membros do CEI a Pedro Leopoldo, em 1952, IBIRAJARA há mais ou menos 200 anos a.C. viveu em Atenas; foi Protinus, sendo conhecido como filósofo dos humildes. Entretanto, preferiu sempre ocultar sua cultura, expressando uma linguagem simples e modesta que, não obstante, refletia a sua verdadeira hierarquia espiritual.

Através da médium, IBIRAJARA referiu-se às suas duas últimas reencarnações, ocorridas em território brasileiro como silvícola, conforme pedido que fizera a JESUS, para traçar normas de evolução e progresso entre os indígenas e despedir-se das lides humanas com esse trabalho que significava seu grande carinho pelas almas simples e humildes. Revelou, ainda, que na última passagem pelo nosso planeta foi pajé de uma tribo do Amazonas, tendo desencarnado, já idoso, na primeira década do século XIX.

Acenava, ainda, aos médiuns por ele orientados, com um futuro de muito trabalho no campo social, onde o sentido de caridade seria amplamente exemplificado. Falava num lar - o LAR DE IBIRAJARA - onde crianças, jovens, adultos e idosos encontrariam socorro e amparo para suas dificuldades. Para os que o ouviam, na época, esse programa parecia um sonho que só remotamente poderia se realizar. Ele, porém, sabia o que estava dizendo.

No dia 12 de junho de 1945, em memorável reunião realizada na sede provisória do CEI, à rua Barão de Cotegipe, nº 209 - térreo, após um convívio inesquecível de 17 anos, obedecendo a determinações espirituais, IBIRAJARA despediu-se de seus amigos na Terra e partiu para regiões superiores.

Sedes do CEI

A primeira Sede, quando da instalação oficial do Centro, em 1940, situava-se na rua Teodoro da Silva nº 453, em Vila Isabel.

Em junho de 1945, transferiu-se para o prédio da rua Barão de Cotegipe nº 209 - térreo, no mesmo bairro.

Em agosto de 1947, passou a funcionar na Av. Paula e Souza nº 134 - térreo, Maracanã, de onde mudou-se em fevereiro de 1950 para a rua dos Artistas nº 151, cedido por gentileza dos confrades do Grupo Espírita Discípulos de Samuel que aí funciona até hoje.

Essas mudanças sucessivas retratam as dificuldades imensas enfrentadas pela Família de IBIRAJARA para que o seu núcleo de trabalho permanecesse ativo, cumprindo os objetivos traçados pelo seu mentor espiritual.

Em 1950, porém numa resposta positiva à resistência e idealismo dos membros responsáveis pelo CEI, surge a possibilidade de aquisição do prédio próprio no endereço atual, rua Barão de São Francisco nº 156, bairro do Andaraí.

De início era uma casa simples, baixa, frente de rua. Graças aos esforços da Diretoria e amigos incansáveis, hoje, esta Casa Espírita tem condições físicas que correspondem às múltiplas atividades aqui desenvolvidas.